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Correlatos neuropatológicos de imagens de PET amilóide na síndrome de Down



Síndrome de Down(DS) resulta numa produção excessiva de péptido ?-amiloide (A?) associado ao início precoce da doença de Alzheimer (DA). Os casos de DS têm depósitos de A? histologicamente detectáveis ??a partir dos 12-30 anos de idade, principalmente na forma de placas difusas, o tipo de patologia amilóide precoce também observada em estágios pré-clínicos (envelhecimento patológico) e prodrômicos de início esporádico tardio DE ANÚNCIOS. Em indivíduos com SD com idade> 40 anos, os níveis de deposição de A? cortical são semelhantes àqueles observados na DA de início tardio e, além de placas difusas, envolvem placas nucleadas associadas a neurites distróficas (placas neuríticas) com significado diagnóstico neuropatológico na DA. O objetivo desta revisão é resumir e discutir os achados dos estudos de imagem PET por amiloide da SD em referência à neuropatologia baseada em amilóide pós-mortem. A neuroimagiologia em PET aplicada a indivíduos com SD tem o potencial de a) rastrear a progressão natural da patologia cerebral, incluindo os estágios iniciais do acúmulo de amilóide, eb) determinar se biomarcadores de PET amilóide predizem o início da demência. Além disso, a questão que ainda é incompletamente compreendida e relevante para ambas as aplicações é a capacidade do PET amilóide para detectar depósitos de A? na sua forma inicial. Este artigo está protegido por direitos autorais. Todos os direitos reservados. a questão que ainda é incompletamente compreendida e relevante para ambas as aplicações é a capacidade do PET amilóide para detectar depósitos de A? na sua forma mais precoce. Este artigo está protegido por direitos autorais. Todos os direitos reservados. a questão que ainda é incompletamente compreendida e relevante para ambas as aplicações é a capacidade do PET amilóide para detectar depósitos de A? na sua forma mais precoce. Este artigo está protegido por direitos autorais. Todos os direitos reservados.

Fonte: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31379087

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Texto Original



Down syndrome (DS) results in an over-production of amyloid-? (A?) peptide associated with early onset of Alzheimer's disease (AD). DS cases have A? deposits detectable histologically as young as 12-30 years of age, primarily in the form of diffuse plaques, the type of early amyloid pathology also seen at pre-clinical (i.e., pathological aging) and prodromal stages of sporadic late onset AD. In DS subjects aged >40 years, levels of cortical A? deposition are similar to those observed in late onset AD and in addition to diffuse plaques involve cored plaques associated with dystrophic neurites (neuritic plaques) which are of neuropathological diagnostic significance in AD. The purpose of this review is to summarize and discuss findings from amyloid PET imaging studies of DS in reference to post-mortem amyloid based neuropathology. PET neuroimaging applied to subjects with DS has the potential to a) track the natural progression of brain pathology, including the earliest stages of amyloid accumulation, and b) determine whether amyloid PET biomarkers predict the onset of dementia. In addition, the question that is still incompletely understood and relevant to both applications is the ability of amyloid PET to detect A? deposits in their earliest form. This article is protected by copyright. All rights reserved.

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